Esmalte Clinic

Medicina Dentária de Excelência

Marque uma consulta

Ver Casos

Facetas cerâmicas

O sorriso dos seus sonhos
ao seu alcance

Marque uma consulta

Ver Casos

Dentes fixos em 1 dia

O sorriso perfeito
em 12 h

Marque uma consulta

Ver Casos

Ortodontia Lingual / Invisalign

Ninguém saberá
que usa aparelho

Marque uma consulta

Ver Casos

Contacte-nos

+351 253 554 199

Envie-nos uma mensagem
Venha visitar-nos

Avenida de Londres, Guimarães

Valorizamos o seu sorriso

Somos o parceiro de confiança para tratar da sua saúde dental

Agendamento da sua consulta

Entre em contacto com a nossa equipa para proceder à marcação da sua consulta

Recolha de informações clínicas

O primeiro passo será a recolha de todas as informações clínicas e radiológicas para a elaboração detalhada do seu plano de tratamento ideal

Diagnóstico clínico e recolha de dados

O segundo passo será a realização do seu diagnóstico clínico

Apresentação do plano de tratamento

O terceiro passo será a criação do seu plano de tratamento detalhado, onde ficará a par de todos os procedimentos para o seu novo sorriso

Resultado: O seu novo sorriso

O seu resultado é também o nosso objetivo: dar-lhe o sorriso que sempre quis

Especialidades

Serviços

Testemunhos

Quem melhor que os nossos pacientes para falar de nós?

A equipa Esmalte Clinic

Dr. Paulo Caniço

Médico Dentista pela Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto
Fundador e Director Clínico da Esmalte Clinic ®
Co-fundador/proprietário da Clínica Cabinet Dentaire Pétange/Gare no Luxemburgo
Pós-graduado em Endodontia pela CESPU
Pós-graduado em Ortodontia pelo Instituto Português do Atlântico Sul
Master em Ortodontia Estética Invisível (Ortodontia lingual e Aligners) pelo ICMDS
Formação em Reabilitação Oral Estética pela SHAPE Dentistry Academy

Dr. Sérgio Caniço

Dr. Sérgio Caniço

Médico Dentista pela Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto

Drª Ana Miranda

Drª Ana Miranda

Médica Dentista pela Faculdade de Ciências da Sáude da Universidade Fernando Pessoa

Carina Mendes

Carina Mendes

Assistente Dentária com mais de 12 anos de experiência na área

Blog

FAQ

Ficou com dúvidas?

Os implantes são dispositivos médicos implantáveis em zona onde já não dispomos do “nosso” dente natural. Podemos comparar um implante à raiz artificial do dente ausente. A partir de importantes estudos clínicos realizados na década de 70 e 80, período que definiu o início da Implantologia contemporânea, passámos a compreender que um implante de titânio quando colocado cumprindo corretos procedimentos cirúrgicos gera “afinidade” com o tecido ósseo, sendo integrado ao fim de algumas semanas. Ao dispormos de um implante corretamente colocado, este servirá de suporte a uma coroa. Hoje sabemos que, em alguns casos, esta pode ser colocada no próprio dia da colocação do implante (imediata) ou após 8 semanas. A coroa é o elemento protético observado pelo paciente que o identifica ao dente. As técnicas e os materiais atualmente disponíveis para a sua elaboração permitem-nos efetivamente considerar este biomimetismo.

Consoante a natureza do material que compõe o implante podemos identificar 2 tipos principais de implantes: em titânio ou liga de titânio e em zircónia ou liga de zircónia. Por apresentar elevada biocompatibilidade com os tecidos do nosso organismo, favoráveis características mecânicas e acima de tudo resultados previsíveis no médio e longo prazo, o titânio tem sido o material “gold standard” até aos dias de hoje na produção de implantes. Contudo, a emergência de um conceito “metal-free” procurado cada vez mais pelos pacientes, as melhores características estéticas pela sua aparência branca ao invés do aspeto cinza metálico dos implantes em titânio e a menor tendência a colonização bacteriana têm sido importantes vantagens reconhecidas aos implantes cerâmicos. Os excelentes resultados obtidos no Instituto de Implantologia com os implantes cerâmicos de última geração parecem sugerir a sua utilização crescente num futuro próximo.

Em zona desdentada (também designada por edêntula), o implante reflete a solução protética que melhor se aproxima do dente natural. É possível recuperar até aproximadamente 95% da função mastigatória perdida através da reabilitação implanto-suportada. Além do conforto funcional, aliamos o conforto estético e psicológico pela presença de uma solução fixa que promove uma adequada higiene oral ao paciente. As próteses removíveis são importantes para o paciente que não consiga suportar os custos de uma reabilitação definitiva implanto-suportada. Porventura, em casos de desdentação total em que não é possível uma reabilitação fixa com implantes, poderá considerar-se uma solução removível implanto-retida. Neste esquema, os implantes são colocados em menor número e apenas auxiliam a retenção da prótese removível. Está indicado sobretudo em pacientes mais idosos com limitada condição de higienização ou dependentes de cuidadores. Salvo estas exceções, as próteses removíveis devem ser tomadas como uma segunda linha de tratamento na reabilitação parcial ou total. Infelizmente, o uso continuado de prótese removíveis “apoiadas” sobre os tecidos moles (de que é exemplo a gengiva) da cavidade oral é responsável por alterações dimensionais significativas da zona, conduzindo a situações de atrofia óssea severa e aparecimento de lesões como úlceras traumáticas, hiperplasia dos tecidos moles ou estomatite protética.

Ao contrário do dente, o implante não é provido dos mesmos mecanismos de defesa ou imunidade. Se por um lado, o implante é integrado no tecido ósseo, por outro, é desprovido do ligamento periodontal que se encontra entre a raiz do dente e o osso. O ligamento periodontal constitui um conjunto de pequenas fibras que assume um efeito protetor (com ação amortecedora) face às forças exercidas sobre o dente e confere suprimento sanguíneo aos restantes tecidos envolventes que o protegem. Este último, ao não estar presente ao redor do implante permite que, quando se instala uma inflamação dos tecidos peri-implantares, esta tenha maior extensão e progressão mais rápida. Por isso, é fundamental que o desenho da coroa ou coroas a colocar facilite a higiene da zona peri-implantar diária pelo paciente, reduzindo a formação de placa bacteriana e o risco de inflamação. Cabe ao médico dentista motivar e consciencializar o paciente para esta importância, acompanhando o paciente em manutenções periódicas de seis em seis meses.

Parceiros

Subscreva a nossa Newsletter

Receba os nossos mais recentes conteúdos e ofertas especiais!