Os sorrisos que transformamos

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Dr. Paulo Caniço

Dr. Paulo Caniço

Médico Dentista pela Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto

Dr. Sérgio Caniço

Dr. Sérgio Caniço

Médico Dentista pela Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto

Drª Ana Miranda

Drª Ana Miranda

Médica Dentista pela Faculdade de Ciências da Sáude da Universidade Fernando Pessoa

Carina Mendes

Carina Mendes

Assistente Dentária com mais de 12 anos de experiência na área de medicina dentária

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Recolha de informações clínicas

O primeiro passo será a recolha de todas as informações clínicas e radiológicas para a elaboração detalhada do seu plano de tratamento ideal

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O terceiro passo será a criação do seu plano de tratamento detalhado, onde ficará a par de todos os procedimentos para o seu novo sorriso

Resultado: O seu novo sorriso

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FAQ

Perguntas Frequentes

Implantes dentários são dispositivos médicos implantáveis que servem como uma “raíz artificial” dos nossos dentes. Sobre eles é colocada uma coroa dentária, que restabelecerá a função e a estética, completando a reabilitação da região desdentada.

A reabilitação com coroas dentárias está indicada quando um dente apresenta uma destruição considerável, de forma a proporcionar um reforço da estrutura desse dente, tornando-o novamente viável a longo prazo.

Já os implantes dentários, são utilizados quando a destruição do dente é tal, que já não é possível sequer aproveitar a sua raíz. Desta forma, o dente é extraído e uma “raíz artificial” (o implante dentário) é colocada.

O branqueamento dentário é um procedimento completamente seguro, desde que realizado por profissionais qualificados e utilizando produtos certificados no mercado para o efeito.

Aconselhamos a primeira visita ao Médico Dentista por volta dos 3-4 anos de idade, de forma a que seja possível diagnosticar possíveis anomalias de desenvolvimento ósseo e dentário. Para além disso, é bom para a criança ambientar-se desde cedo ao ambiente clínico, de forma a diminuir a ansiedade nas consultas no futuro.

As facetas dentárias correspondem a finas “capas” de cerâmica que nos permitem alterar forma, cor e tamanho dos dentes, permitindo-nos de uma forma minimamente invasiva transformar por completo a estética de um sorriso.

A primeira avaliação de um Ortodontista deve acontecer por volta dos 5-6 anos de idade, pois nesta fase, caso existam problemas de desenvolvimento ósseo dos maxilares, estes são de mais simples resolução através de aparelhos ortopédicos que tiram vantagem da fase de crescimento da criança.

O sangramento gengival significa que existe uma inflamação das suas gengivas. Na maioria dos casos, essa inflamação é devida a uma acúmulo de placa bacteriana ou tártaro. É aconselhável realizar uma destartarização (“limpeza”) de 6 em 6 meses, de forma a prevenir este e outros problemas mais graves.

Ao contrário do dente, o implante não é provido dos mesmos mecanismos de defesa ou imunidade. Se por um lado, o implante é integrado no tecido ósseo, por outro, é desprovido do ligamento periodontal que se encontra entre a raiz do dente e o osso. O ligamento periodontal constitui um conjunto de pequenas fibras que assume um efeito protetor (com ação amortecedora) face às forças exercidas sobre o dente e confere suprimento sanguíneo aos restantes tecidos envolventes que o protegem. Este último, ao não estar presente ao redor do implante permite que, quando se instala uma inflamação dos tecidos peri-implantares, esta tenha maior extensão e progressão mais rápida. Por isso, é fundamental que o desenho da coroa ou coroas a colocar facilite a higiene da zona peri-implantar diária pelo paciente, reduzindo a formação de placa bacteriana e o risco de inflamação. Cabe ao médico dentista motivar e consciencializar o paciente para esta importância, acompanhando o paciente em manutenções periódicas de seis em seis meses.